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Uefs 33 anos: uma construção plural

Uefs 33 anos: uma construção plural

Tenor lírico Sandro Machado e a soprano Gisele Nino, em apresentação durante as comemorações. Foto: Juraci Dórea.

   A Universidade Estadual de Feira de Santana, a Uefs, nasceu do desejo coletivo, humano, de não reconhecer limites. E Feira de Santana há muito manifestava sede de conhecimento, o que é comprovado por trabalhos da História da Educação, os quais apontam a existência, no município, de imponentes prédios e de estrutura pedagógica com esta finalidade, já no ano de 1916.

   A colocação foi feita pelo professor emérito José Jerônimo de Morais, domingo (31/5) à noite, no Centro Universitário de Cultura e Arte (Cuca), durante as comemorações dos 33 anos da Uefs. A implantação da Uefs em 1976, enfatiza, “é resultado de uma construção plural”.

   José Jerônimo lembrou que o local da comemoração dos 33 anos da Uefs, o prédio do Cuca, é destaque na história da Educação de Feira de Santana. De 1927 a 1960 funcionou, ali, a Escola Normal, responsável pela formação de milhares de docentes que serviram por décadas aos municípios da região. De 1968 a 1976 o prédio abrigou a Faculdade de Educação, que antecedeu a Uefs, e em 1988 foi incorporado ao patrimônio da Universidade.

   O Centro Universitário de Cultura e Arte foi criado em 1995 e, desde então, é responsável pela formação de artistas de reconhecimento nacional e internacional.

   Durante a solenidade, o reitor José Carlos Barreto reiterou que a Uefs, em constante processo de construção, tem cumprido o compromisso social de formar cidadãos para o exercício de liderança profissional, desempenhando, propositivamente, o papel na definição dos destinos da sociedade. As comemorações contaram com a presença do vice-reitor Washington Almeida Moura, dos pró-reitores, diretores de departamentos, coordenadores de colegiados, alunos, servidores, de autoridades civis e de representantes da comunidade externa.

   Emoção

   Os presentes foram brindados com apresentações artísticas de grupos do Cuca e da Ufba, e com a exibição do filme “A Uefs que mora em nós” produzido pela TV Universitária. A exibição emocionou a platéia com relatos e histórias curiosas de antigos professores e funcionários, além de alunos, sobre alegrias, tristezas, avanços, descobertas e problemas ainda existentes.

   Houve espaço para vários estilos e instrumentos, como a sanfona de Zé Araújo, o berimbau de Mestre Cláudio e o atabaque de Nilton Rasta. O público se emocionou com o concerto de música lírica e da Orquestra de Câmara formados por alunos e professores do Cuca, coordenados pelo Seminário de Música da Uefs.

   O concerto foi iniciado com a execução do Quarteto nº 18 para cordas, de Gaetano Donizete, seguido de Mio Babino Caro de Giacomo Puccini, com a soprano Gisele Nino e a professora Rosa Eugênia ao piano.

   La Donna e Móbile (Ópera Rigoleto),de Giuseppe Verdi, teve a participação do tenor Sandro Machado acompanhado ao piano pela professora do seminário, Elizama Gonçalves. Quando me’n vo’ Ária da Museta (Òpera La Boheme) de Giacomo Puccini, com a soprano Maria Cristina Mota e a pianista Elizama Gonçalves, entre outras peças musicais.

   O tenor lírico Sandro Machado, que desde o ano passado integra o Coro do Teatro Castro Alves e o grupo Vocal de Câmara Cantus Primus, do qual é membro fundador se apresentou com a soprano Gisele Nino, que atua como solista em montagens de óperas e se prepara para interpretar a La Traviata, em setembro, sob a regência do maestro Pino Onnis e a soprano Maria Cristina Mota, bacharel em Música Sacra, graduanda em Canto Lírico e pós-graduanda em Arte e Educação. Além de cantora, ela também é educadora na área de musicalização.

Feira de Santana, 1º de junho de 2009.